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A biologia política e econômica no Brasil pré-eleitoral de 2026: o hospedeiro e o parasita
Original em: https://webadvocacy.com.br/blog/2026/09/02/biologia-politica-economica/ Se a biologia política e econômica nos aflige e amedronta, a biologia natural nos alenta e emociona. O pessimismo presente pode se transformar em otimismo futuro ao observar as virtudes do Brasil: um país fora de zonas de conflito, bem relacionado do ponto de vista geopolítico, com recursos naturais abundantes e competitivos — água, sol, vento, terras raras, gás natural, petróleo, biometano,
2 de set.7 min de leitura
Concessões públicasna Reforma Tributáriado Consumo: pontosde atenção
Original em: https://ibre.fgv.br/sites/ibre.fgv.br/files/arquivos/u65/08ce2026_cristiane_schmidt.pdf A Reforma Tributária do Consumo (RTC) – discutida no Parlamento1 por mais de 30 anos e que foi consubstanciada pela EC 132/2023 e pelas LCs 214/2025 (regulamentação material) e 227/2026 (governança e Comitê Gestor) – é, quiçá, a mudança estrutural mais relevante dos últimos 30 anos, depois do Plano Real, para fomentar a produtividade, logo o crescimento do Brasil. O sistema qu
21 de ago.8 min de leitura
Descomissionamento da Indústria Mundial de Gás Natural
Original em: https://brasilenergia.com.br/petroleoegas/descomissionamento-da-industria-mundial-de-gas-natural É muito importante que se faça o provisionamento desse investimento enquanto a indústria ainda gera receita. Mesmo para o gás natural, que apresenta demandas de descomissionamento mais favoráveis do que as facilidades e infraestruturas de petróleo Descomissionamento é o conjunto de atividades técnicas, ambientais e administrativas realizadas ao final da vida útil de u
14 de ago.6 min de leitura
A reforma tributária do consumo e as concessões públicas: algumas reflexões
Original em: https://webadvocacy.com.br/blog/2026/08/05/reforma-tributaria-consumo/ O sucesso da RTC nos setores regulados dependerá de como as concessionárias e as agências reguladoras se prepararão para esta mudança, considerando os pontos de atenção elencados: o impacto líquido sobre OPEX e CAPEX, a previsão legal para o pedido de reequilíbrio, dada a inviabilidade de um acordo bilateral, a interpretação sobre o risco tributário amplo nos contratos legados, e o risco de so
5 de ago.13 min de leitura
Gás Natural e Biometano, oportunidades que o país não pode perder
Original em: https://brasilenergia.com.br/flip/1093 O aproveitamento do metano de origem fóssil (gás natural) ou biológica (biometano) ainda é pouco explorado no Brasil. Como avançar e contornar esses desafios de forma econômica e tornar o gás o combustível do futuro no Brasil? Segundo a IEA, o gás natural responde hoje por 23% da matriz energética mundial, sendo a terceira fonte de maior relevância, abaixo apenas do petróleo e do carvão mineral. O mundo tem reservas de gás n
30 de jun.5 min de leitura
Matar o futuro: aquisições de rivais nascentes e a captura de canais de acesso em mercados de inovação
Original em: https://webadvocacy.com.br/2026/06/26/aquisicoes-rivais-nascentes Em mercados de inovação, o antitruste não chega tarde porque erra a conta da concentração. Chega tarde porque conta a coisa errada. O desafio não é medir com mais precisão o mercado que existe, e sim aprender a enxergar o mercado que ainda está nascendo, antes que alguém o capture no berço. Introdução O controle de concentrações empresariais foi desenhado para um mundo que já não existe sozinho: o
26 de jun.19 min de leitura
Gás Natural e Biometano, oportunidades que o país não pode perder
Original em: https://brasilenergia.com.br/petroleoegas/gas-natural-e-biometano-oportunidades-que-o-pais-nao-pode-perder O aproveitamento do metano de origem fóssil (gás natural) ou biológica (biometano) ainda é pouco explorado no Brasil. Como avançar e contornar esses desafios de forma econômica e tornar o gás o combustível do futuro no Brasil? Segundo a IEA, o gás natural responde hoje por 23% da matriz energética mundial, sendo a terceira fonte de maior relevância, abaixo a
15 de jun.5 min de leitura
O acordo Mercosul-UEe seus efeitos positivospara o Brasil
Original em: https://ibre.fgv.br/sites/ibre.fgv.br/files/arquivos/u65/02ce2026_cristiane_schmidt.pdf As projeções de crescimento do PIB global para 2025 e 2026, de acordo com o Banco Mundial,1 são de 2,7% para ambos os anos, mostrando resiliência da atividade econômica diante do novo cenário geopolítico mais protecionista, unilateral e intervencionista. Surpreendeu, pois as incertezas aumentaram com o abalo da ordem internacional2 que prevalecia desde a Segunda Guerra Mundial
12 de jan.9 min de leitura
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